segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Um pouco de TUDO. Um TUDO, que não é de nada, de um TODO perdido.


Um pouco de TUDO. Um TUDO, que não é de nada, de um TODO perdido.



O que somos?
Um pouco de tudo.
Quanto esse tudo é valorizado em nossas vidas?
Nada.
Só posso concluir que estamos devidamente perdidos.
Em nome da razão se concluiu que os índios e negros eram incivilizados e inferiores.
Em nome da fé que eles não tinham alma.
Então, todos justificados! Escravidão e exploração.
Fraternidade, Igualdade e Liberdade que nunca se pôde compreender, uma revolução que parece ter parado no tempo.
Hoje uma razão que quer manter índios isolados e negros marginalizados.
Uma fé cega, mas, também surda e muda que tem medo de se manifestar.
Passamos um século assistindo á farsa de que o gigantesco mosaico racial brasileiro era todo feito de iguais perante a lei. Mas, acima da lei está à vida, COMO ELA É, e ela é ainda repleta de injustiça, de preconceito e discriminação. ”
Eu não sei você, mas o meu sangue ferve nas veias, essa mistura de negro, índio e branco.
Sou fruto de toda essa dor, essa escravidão, essa tristeza, mas também essa coragem, ousadia, esse espírito desbravador, essa alegria, essa naturalidade cultural da diversidade. Esse sangue trás a tona toda a minha identidade e toda a minha brasilidade. O todo proporcionou que eu tivesse tudo que eu preciso pra entender que no meio de tanta diferença encontro a igualdade de que todo ser humano tem uma característica única, uma identidade que é firmada em uma base chamada Deus, o TODO e que Nele TUDO subsiste.

Aline B. D. Salgado Souza.

Origem


                                                     Origem                                                  

Descoberta de uma Terra? Já havia gente Nela!
Uma história mal contada por gente que não era dela, que escreveram a história e por isso é a verdade, o resto é mito, pois não foi escrito.
Assim se deu a chegada dos portugueses, desconsideraram os indígenas e os destituíram da historia, dando inicio a uma imagem que muitos carregam até hoje.
Com o desenvolvimento da colonização e a utilização do trabalho escravo, a mão de obra indígena foi em grande parte substituída pela do negro africano. A partir daí, o índio passou a Ser descrito como preguiçoso, despreparado para o trabalho e, então despreparado para a civilização.
Então chegou aqui o Negro Africano, capturado em seu País e vendido para ser escravo no Brasil.
 A Igreja dizia que o Negro não tinha alma, e isso facilitava para que os transformassem em mercadoria, eles eram batizados e assim se recebia uma alma, ganhando dos brancos uma “oportunidade de ir ao céu”, mas antes tinham que sofrer no trabalho escravo.
Mas nossa brasilidade não se inicia em interesses gananciosos, busca de poder, abusos religiosos, mas sim no coração do Criador, que há muito tempo já havia planejado esse povo, povo que são todos em um, um povo com a cara do mundo todo.
Havia um propósito no coração do Criador, a miscigenação intercultural!
Dizer que não temos uma identidade é um grande equivoco, quem somos? Somos brancos, negros e indígenas, a historia sangrenta e abusiva que conhecemos não é a origem, mas sim um processo mal interpretado pelo homem.
                                                         Fabrício Gouveia de Souza.



É hoje?


É hoje?
Fizeram-me, mostraram e me proporcionaram uma vida diferente, em um Reino que hoje já posso viver por completo, mas ainda não, quem me fez essa proposta disse que há muitos segredos, surpresas que ainda não posso desfrutar, mas disse que há muitas descobertas, se eu escolher por esse caminho trilhar.
 Disse que se eu buscasse encontraria, e se eu batesse a porta se abriria, disse que a carta convite não vem selada é pra todos quantos quiserem comparecer, mas nessa carta diz que quando passamos a conhecer a verdade sobre esse Reino somos selados por um espírito o ESPÍRITO SANTO.
Disseram-me que antes dessa carta só era possível ouvir falar desse Reino, mas o desejo desse Rei é que eu venha andar com Ele, por isso Ele diz: Se alguém quiser... Se alguém quiser... vir após mim, ou comigo, negue-se a si mesmo, negue suas paixões, seus desejos mais sórdidos, o que pensa ser importante, o que pra você é significante e relevante, o medo, a auto suficiência, o seu individualismo, a falta de fé, sua reputação, seus paradigmas, seus preconceitos, seu ato de achar, sua ganância e tudo quanto te impediria de me seguir e vem como você está.
Totalmente comprometido na causa de viver por esse Reino, nesse reino e com esse Reino, por esse Rei, nesse Rei, com esse Rei e pra levar outros a participarem dessa grande festa, dessa coparticipação, dessa cocriação, desse incomparável amor, desses inexplicáveis milagres até que chegue o dia em que o veremos face a face e todas as nações trarão glória e honra, e então verdadeiramente o conheceremos  por completo.
Mas tome cuidado!  Nem sempre as coisas que saltam aos nossos olhos, as que estão em negrito ou bem grandes e visíveis são as mais importantes. Pois nessa carta também diz que sofreríamos perseguições, que pelo no me desse Rei seriamos odiados, que o menor é o maior, que quando estamos fracos é que somos fortes, mas também disse: Tenham bom ânimo, porque eu venci o mundo. Esse Rei sabe muito bem o que temos enfrentado.
Finalmente, o convite chegou.
Agora é a sua vez.

Qual será a sua resposta?

Disposto(a) a viver essa vida de aventura?
Aline B. D. S. Souza